Quem diria?

Às vezes as coisas acontecem sem procurarmos. Era o primeiro encontro desde que a minha sogra tinha ficado viúva há seis meses. Viemos a Portugal para tratar dos assuntos de que temos de tratar quando estas coisas acontecem. A minha mulher tinha ido às finanças e eu fiquei em casa da minha sogra a arrumar gavetas. Abro uma gaveta por baixo de um armário e dei com um saco de plástico de uma loja de roupa. Abro o saco e tiro de lá uma série de fotografias. Qual não é o meu espanto quando olho as fotos. Eram da minha sogra. As fotografias eram polaroid portanto tinham mais de 30 anos. Nas fotografias a minha sogra devia ter a idade com que eu a conheci quando comecei a andar com a minha mulher. Eram fotografias dela completamente nua em poses a segurar as mamas, de perna aberta a mostrar a cona pentelhuda, todas muito nítidas e bem tiradas. Pensei: quem diria. Os meus sogros nestas brincadeiras.
A minha sogra estava noutra sala e olhei para as fotos com cuidado, não fosse ela aparecer. Dentro de um envelope estava outro conjunto de fotos. Eram de sexo explícito. Era ela a ser fodida de toda a maneira e feitio. Nunca aparece a cara do dono do caralho mas presumi que fosse o meu sogro. Ao ver as fotos de broche dei comigo de pau feito. A minha sogra mamava, levava esporra na cara... e foda-se olha esta foto, até levava no cu. E que cu. Com 40 anos tinha um corpo de MILF espetacular e umas tetas como as da filha não eram grandes mas ambas têm uns grandes mamilos e eram todas arrebitadas.
Estava cheio de tusa. Voltei a guardar as fotos na gaveta e passei para a seguinte. Foda-se! Pensei espantado, depois de abrir a gaveta seguinte do quarto da minha sogra. Andava à procura de gravatas e dou com um vibrador. Voltei a fechar a caixa pousei-a e fechei a gaveta. As gavetas do quarto estavam a revelar-se um outro mundo da vida sexual dos meus sogros. Precisava de me distrair com outra coisa e decidi que o melhor era mudar de divisão e fui para o escritório. Comecei a escolher livros mas as fotos não me saiam da cabeça. Aquela foto da minha sogra de perna aberta a esfregar o grelo ou a outra com o caralho, que eu assumi fosse do meu sogro, a esporrar-lhe a cara eram demais. E a puta da tesão não abrandava. Saí do escritório e fui para a sala. A minha sogra estava lá. Triste, a arrumar coisas sem sentido. Ela olhou para mim e não sei porquê achei que lhe devia dar um abraço. Disse-lhe que tinha estado no quarto mas não tinha encontrado as gravatas. Era a primeira vez que, desde a nossa chegada estava assim sozinho frente à minha sogra. Ela disse: sabes que o meu marido gostava muito de ti. Eu respondi que sim que sabia e que eu também gostava muito dele, falávamos muito, e perto já do fim, tivemos uma conversa ao telefone muito emocional.
O abraço foi inevitável. Só me esqueci de que ainda estava de pau feito. Agora era tarde mais. O abraço bem apertado parecia que nunca mais acabava. Senti o corpo da minha sogra contra mim e senti o meu caralho completamente encostado a ela. Tentei aliviar a pressão mas percebi que não era eu que fazia a pressão e que os braços dela me puxaram. Deixei-me estar.
Isto não me estava a acontecer. Mas aquela mão que lentamente se aproximou das minhas calças e me apalpava o caralho, era bem real. Encostada a mim segurou-me o caralho com a mão e começou a deslizar para baixo. Estava paralisado de espanto.
Tinha o pau de fora das calças e a boca da minha sogra a chupar. Paro já esta cena? Acabo já com isto? Mas porra, ela chupava bem. E como é que eu ia sair desta? Corria para a porta? E como ia ser depois? Enquanto eu pensava nisto ela mamava, chupava, lambia e sabia o que fazia.
De repente eu já só pensava nas fotos da gaveta do quarto e já não pensava em mais nada. Enquanto me fazia o broche já me tinha tirado as calças que estavam agora caídas nos meus pés, Ela já tinha tirado a camiseta cinzenta e, do sutiã, as tetas dela alimentavam a tusa. Curvei-me e passei à iniciativa. Tirei-lhe o sutiã. As tetas já não eram as das fotografias. Estavam mais descaídas mas ainda eram umas belas tetas. Ela tinha-se mantido em forma, continuava magra era um pouco mais baixa que a minha mulher, mas não era nada a figura de uma velha que se possa imaginar. Era bem melhor. Mas foda-se, foder um gaja com a idade dela e ainda por cima minha sogra? Bom, estava a acontecer. Levantei-a, tirou a saia, eu baixei-lhe as cuecas e deparei-me com um matagal que parecia o natal na noruega, tudo branco.
Sentei-a no sofá, abri-lhe as pernas, ou abriu-as ela já não me lembro, só sei que não resisti a lamber-lhe a rata branca. E aí foi o espetáculo! O que ela gemia era do outro mundo. Quando a cona estava bem molhada não resisti e enfiei-lhe o caralho. Guinchou e fez um olhar guloso. Era oficial! Estava foder uma velha de 75 que se abria toda e gemia que nem uma cadela com cio... E estava a foder a minha sogra faminta. O que é certo é que ela a foder não tinha 75 anos nem era a minha sogra. Era uma cona fodilhona com uns mamilos espetaculares. Virei-a e comecei a fodê-la à canzana. Comecei a espetar-lho com força e ela gemia alto e só dizia sim! Sim! Sim! Curvei-me para cima das costas dela e agarrei-lhe os mamilos entre os meus dedos enquanto as minhas mãos lhe seguravam as tetas que já se tinham farto de abanar. A minha sogra começou a arfar forte, senti o corpo dela todo tenso. Abrandei a espetadelas receoso, mas ela olhou para trás e disse ofegante: dá-me, dá-mo todo com força! Quero com força! Pareceu-me uma ordem! Obedeci! A minha sogra ganiu, gemeu, gritou! Foda-se! A gaja estava-se a vir! Não sabia que as velhas ainda se vinham. Senti depois o corpo dela relaxar, tentou fechar as pernas e virar-se e aí disse eu: Agora aguenta que é a minha vez! Da boca dela voltaram a sair gemidos e eu espetei-lhe o caralho bem fundo até me vir. Tirei o caralho e a esporra começou a escorrer. Larguei-a fui para a casa de banho, lavei-me e quando voltei e entrei na sala, ela ainda estava deitada no sofá. Metia os dedos na cona e depois na boca. Chupava a minha esporra. Devagar, levantou-se e foi ela à casa de banho. Quando saiu foi ter comigo ao escritório e disse: a Mena escolheu bem o marido. Sabes, no último ano o teu sogro já não conseguia ter tesão, nem com comprimidos, só me lambia a rata e usava um vibrador. Já tinha perdido a esperança de voltar a ter um pau firme como o teu dentro mim. Espero que tenhas gostado porque agora preciso mais de ti.
Quando às 5 e meia a minha mulher voltou irritada das voltas que tinha dado, nem imaginava como tinha sido a minha tarde.