Primeira vez com o meu sobrinho Ricardo

Olá de novo. Para algumas pessoas que lêem as minhas histórias devo esclarecer que os nomes que uso bem como alguns locais não correspondem, de todo, aos nomes e locais reais. Por razões óbvias.
Alguns a quem aceitamos amizade e que já trocamos momentos no skype, sabem que não me chamo Paula mas vou continuar a usar este nome para manter a coerência.
Hoje vou contar-vos uma das várias histórias que se passaram comigo e com o meu sobrinho, filho da minha irmã, que reside perto de Lisboa.
O rapaz tem 23 anos, mede 1 metro e 82 centímetros e tem um corpo espectacular. Da cintura par abaixa está equipado com um instrumento que faz inveja a muitos adultos e que muitas mulheres, de certeza, gostariam de provar. São 21 cm bem medidos e o diâmetro equivalente a uma courgete média/grande.
De vez em quando vou ver a minha irmã. Umas vezes acompanhada pelo meu marido mas muitas delas sózinha.
A minha irmã trabalha e está divorciada há um bom par de anos e o meu sobrinho ainda vive com ela pois não encontrou emprego que lhe permita viver independente.
Sempre que lá vou, sózinha ou acompanhada, levo sempre uma prenda ao meu sobrinho. Serve de pretexto para, além dos beijos de cumprimentos, o poder abraçar e sentir mais de perto.
Nas primeiras vezes, teria ele os seus 18 anos, quando lhe entregava a prenda ele dava-me um beijo e eu aproveitava para o agarrar com uma mão pela cintura e com a outra `s vezes metia por baixo da t-shirt e coçava-lhe o peito com meia dúzia de pelos.
Quando o fazia desse modo (ninguém desconfiava dado tratar-se de tia sobrinho)notava que ele ficava meio perturbado. Era da idade e das hormonas.
Numas das vezes que fui sózinha acabei por ficar mais um dia par aalém do fim de semana. A minha irmã foi trabalhar e eu ainda fiquei em casa com o Ricardo. A casa da minha irmã é uma casa modesta, antiga mas com uma casa de banho grande.
Levantei-me, vesti um pequeno robe da minha irmã que é um bocado mais baixa que eu e o robe ficava mesmo justo e um nada acima do joelho. Quando fui à cozinha já o Ricardo se tinha também levantado e estava a tomar o pequeno almoço em calções e t-shirt. Entrei dei-lhe os bons dias com um beijo na face.
O robe por ser justo, deixava ver as partes roliças do meu corpo e como durmo sem cuecas deviam-se notar alguns pelos dos poucos que tenho acima da xana.
Preparei o meu pequeno almoço e fui falando com o Ricardo naquelas coisas triviais. Mesmo quando estava de costas, ia reparando que o Ricardo me olhava com aquele olhar que nós maduras conhecemos nos rapazes e nos homens. Quando me debrucei para deitar uns restos no lixo o robe deve ter subido um pouco mais e deve-se ter visto um bocado do meu rabo. Quando me sentei à mesa da cozinha reparei que ele tinha o pau já meio teso mas fingi que nada tinha visto.
Depois de comer e beber o café, disse-lhe que ia tomar um duche rápido pois ainda queria ir fazer umas compras antes de regressar a casa. Entrei na casa de banho e não fechei completamente a porta. Abri a torneira do duche, despi o robe e entrei na banheira. Não tive a preocupação de puxar o cortinado.
Quando já estava debaixo de água é que reparei que me tinha esquecido do amaciador do cabelo e, em voz mais alta, disse: Ricardo?! A tia deixou o amaciador no quarto não te importas de o ir buscar à tia?
Ele nem respondeu mas percebi que o tinha ido buscar. Quando voltou ficou à porta e perguntou: tia onde quer queres que eu deixe o amaciador? E eu respondi: podes entrar Ricardo e dás-me aqui à mão pois estou debaixo do chuveiro. Quando ele entrou é que viu que a cortina estava aberta e ficou meio embaçado. De propósito eu debrucei-me mais ficando com o rabo virado para ele. Quando me ergui para receber o amaciador vi que ele estava excitado e vermelho sem saber o que fazer.
Tomei a iniciativa e disse-lhe. Ricardo não há problema nenhum em veres a tia assim e além do mais a tua mãe não está nem o teu tio e por isso não vão haver comentários. Ele mal respondeu. Notei que o tinha excitado mas ele não sabia o que fazer.
Agarrei no frasco do amaciador e, de propósito passei-o pela cona a imitar uma penetração e disse-lhe: às vezes a tia no banho gosta de esfregar a ratinha com o frasco queres ver?
Aí levantei uma das pernas e coloquei o pé na borda da banheira e meti a parte da tampa do frasco pela cona acima enquanto com a outra mão apertava as mamas. O rapaz estava ao rubro. O caralho já não lha cabia nos calções. Foi aí que o puxei e baixei-lhe os calções de vez. Ao fazê-lo o caralho saltou parecia uma mola. Com jeitinho dobrei-me e abocanhei-o com calma. A cada chupadela sentia o caralho dele a dilatar. Fui mamando com calma para evitar que ele se viesse assim. Parei e disse-lhe se ele não era capaz de me lamber a cona. Respondeu que sim, que fazia muito isso à namorada. Agarrei-lhe na cabeça e obriguei-o a fuçar contra a minha cona. A lígua dele não tinha a experiência de outros homens mas mesmo assim deu-me um enorme tesão.
Enquanto ele lambia eu pedia-lhe que me metesse os dedos na cona e qiue com a outra mão apertasse os bicos das mamas pois adoro que o façam. Isso e que os mordam sem doer. Quase me venho assim.
Passado um bom bocado tirei-lhe definitivamente os calções e a t-shirt e puxei-o para dentro da banheira. Virei-me, sempre de pé, para o lado do duche meio dobrada e pedi-lhe para me comer a cona. Com a água a escorrer pelas minhas costas senti aqueles 21 coms entrarem de uma só vez como se ele me quisesse furar de um lado ao outro. Mordi os lábios e fiz força para trás para que ele metesse mesmo tudo e disse-lhe: Ricardo bombeia com força mas não te venhas dentro da cona da tia pois não quero nada desagradável. Não gosto de foder com preservativo e isso tem os seus contras. Ainda por cima sendo meu sobrinho. Ele disse que iria respeitar e eu disse-lhe que poderia vir no meu cu ou então na minha boca. Ele disse que preferia na boca pois nunca o tinha feito e a namorada enojava-se com isso. Ok, respondi. Mas antes quero que me fodas o cu.
Apesar de ser experiente na prática anal não deixei de sentir algum incómodo pois além de grande era grosso e estava muito inchado. Deu-me uma série de bombadas no cu e de repente ouço ele dizer: tia já não aguento mais tenho que me esporrar. Espera. Virei-me rápido ajoeilhei-me e comecei a mara o caralho. Não demorou 15 segundos e senti aquela torrente enorme de esporra na minha boca. Engoli tudo e enquanto ele estava meio aturdido levantei-me e beijei-o na boca. Não rejeitou.
Percebi que estava pronto para mais aventuras no futuro.
Depois de terminada a cena acabei de me lavar enxugá-mo-nos e vestimos alguma roupa.
Antes de ir às compras disse-lhe que desejava aquilo à muito tempo e que ia ser o nosso segredo. Ele respondeu que já tinha sonhado comigo mas nunca teria a coragem de tomar a iniciativa. Disse-lhe. Ainda bem. Vamos repetir e numas próximas vou-te pedir que tragas um ou dois dos teus amigos de máxima confiança. Ele disse que iria ver.
Será uma das próximas histórias. Beijos a todos.