Viagem demorada

Nunca uma viagem de táxi me pareceu demorar tanto... Os dois sentados, no banco de trás do táxi, a percorrer essas ruas de Lisboa entre o aeroporto e a minha casa, numa tortura de viagem que parecia não ter fim!... De mãos dadas, bem juntinhos um ao outro, e com a outra mão livre de cada um fazendo algumas festinhas e carícias na perna mais próxima do outro, lá fomos conversando e pondo a conversa em dia calmamente, ansiando pelo fim da viagem rapidamente...

Chegados à porta de minha casa, paguei apressadamente e nem sequer quis saber da factura para apresentar às contas da empresa... Queria era ter uns minutos a sós com ela, finalmente! Saí e segurei-lhe a porta do táxi, porque se há coisa que eu gosto é tratar bem uma mulher... E nestes casos, um pouco de cavalheirismo nunca fez mal a ninguém também, além de que também não custa muito, não é verdade? Adiante...

Com a mala bem pesada, sinal de quem passou algum tempo fora, abri a porta de entrada do prédio, deixei-a passar à frente mais uma vez, entrei pela porta estreita com algum custo devido à mala volumosa, e fechei a porta... Quase imediatamente, larguei a mala, estiquei o braço para lhe agarrar na mão e puxei-a para mim: abracei-a com força, como se a conhecesse à muito tempo, e beijei-a na boca com vontade, ao que ela correspondeu e abraçou-me também com intensidade! Encostei-a à parede e beijei-a com sofreguidão... Era a primeira vez que a beijava, tinhamo-nos conhecido à minutos antes, mas parecia que era à vários meses já... Sem dúvida que os vários telefonemas, as conversas de MSN e tudo o mais ajudavam, mas pronto... Era sempre o primeiro encontro, poderia não haver a química necessária...

A minha boca procurava a dela, as nossas linguas entrelaçavam-se, a nossa respiração tornava-se ofegante... Decidimos subir até ao apartamento que partilho, já que apenas aluguei quarto, e fomos direitinhos ao quarto, sempre com a porcaria da mala a empatar... Quando cheguei ao quarto, arrumei a mala meio à balda para um canto e recomeçámos os beijos ardentes... Química havia pela certa, muito embora a diferença grande de idades existente!

Por entre aquela imensidão de beijos, os nossos corpos estavam colados, abraçados e as nossas mãos percorriam o corpo um do outro à descoberta... Caímos na cama e fomo-nos despindo lentamente... Adorei desapertar a sua blusa devagar, saboreando cada instante daquela descoberta... Ia crescendo dentro das calças à medida que ela se roçava lentamente em mim, ao mesmo tempo que lhe ia beijando a boca, o pescoço, aquilo que lentamente ia ficando à vista do seu decote, alternando a intensidade dos beijos e chegando ao ponto de dar umas dentadinhas suaves...

Com ela já sentada em cima de mim e já sem blusa, fui-lhe apalpando as mamas à medida que desapertava o soutien com a outra mão... Já sentia tesão naquela altura por toda aquela excitação, mas quando aqueles dois magníficos globos saltaram do soutien fiquei ainda mais excitado! Acho que parecia um bébé esfomeado, tal não foi a sofreguidão com que me "agarrei" a elas e comecei a chupar, lamber, beijar, mamar... Ela adorou e claramente gostava daquele "tratamento" focado que lhe estava a dedicar aquela sua zona mais íntima... Os movimentos de roço não paravam e estava a gostar daquela sua cavalgada, em que quer eu quer ela procuravamos contacto íntimo entre os nossos sexos!

Rodei e passei para cima dela, continuando aqueles beijos desenfreados pelas zonas já expostas do seu corpo, à medida que as minhas mãos iam procurando tirar-lhe as calças... Depois de a ter apenas de cuequinhas vestidas, deitei-me por cima dela posicionando-me numa posição típica de missionário e demos inicio a um longo e carinhoso momento, de um roça roça de corpos lento, não totalmente nus, de muitos beijos e carícias meigas...

Passado algum tempo, ambos visivelmente excitados, decidi aumentar os batimentos cardíacos e provocá-la mais... Fui descendo lentamente as minhas carícias, novamente com uma passagem especial pelas suas mamas, pelos seus mamilos, pelas áreas envolventes e, entre beijos e lambidelas, fui descendo com gosto para a sua barriga, voltei acima e fui ao pescoço e às orelhas, depois à boca novamente, aos mamilos, estilo vagabundo doido sem rumo certo... Voltei à zona abdominal, ao mesmo tempo que os meus dedos afagavam e pressionavam a sua ratinha por cima do tecido húmido das cuecas, beijei-lhe a zona interior das coxas, evitando tocá-la com a minha boca nas cuequinhas...

Até que, inesperadamente, "ataquei-a", pressionando a minha língua pela a zona da vulva, como se a minha língua a quisesse quisesse rasgar o tecido e invadi-la assim mesmo...Confesso que adorei e a reacção dela ainda me excitou mais! Agarrou-me na cabeça com força e pressionou-a ainda mais contra ela, pedindo-me entre gemidos para não parar... E eu não parei de lamber e beijar, que isto nestas coisas tem que se fazer a vontade às senhoras! E como eu gosto de lhes fazer a vontade! Depois de um orgasmo, puxou-me novamente para cima dela e encaixados no meio das pernas um do outro novamente, iniciámos novo roça roça, desta vez esquecendo todo o carinho... O meu membro bem duro latejava de tanta tesão, esfregando-se rapidamente e com força de encontro a ela, apenas travado pelas suas cuequinhas que ela fez questão de manter, com as suas pernas entrelaçadas em mim e puxando-me para si com alguma autoridade de quem não me queria deixar afastar por muito tempo... Passado pouco tempo, entre muitos gemidos soltos e ranger da cama, ela murmura "Vem-te! Vem-te comigo!", coisa que eu não resisti... Senti as suas pernas puxarem-me mais, notei o seu corpo estremecer debaixo do meu ao sentir a ejaculação do primeiro jacto, com todo o meu membro alongado ao longo da sua fenda!

Que delicia, ficámos imóveis durante alguns segundos, recomeçando de seguida as carícias e os beijos meigos, ainda debaixo de uma respiração bastante ofegante... Deitámo-nos de lado abraçados e trocando algumas carícias, até que eu lhe quis fazer uma "maldade"... Percebi que ela gostava de sexo oral e quando lhe disse que lhe ia fazer uma maldade, ela não percebeu e pensou que eu a queria penetrar... Esquivou-se e disse que estava a ficar atrasada para o trabalho, acrescentando que não gostava de coisas à pressa... Concordo plenamente, e anuí com mais uns miminhos, mas não desmenti aquilo que ela pensava serem as minhas intenções e excusei-me a dizer-lhe qual era a maldade a que me referia... Fica para a próxima, depois logo vês qual era a surpresa, pensei eu. E assim foi!