O dia em que também fui puta

Naquele dia a vi se arrumando para sair, maquiava-se com requinte e vestira uma blusinha amarela, calça jeans e tênis.
Resolvi interferir.
- Querida, por que você não coloca aquela sainha de brim, bem curtinha e uma sandalinha?
Minha mulher olhou bem para mim e perguntou:
- Tem certeza? Sabe que os homens ficam loucos quando visto aquela minissaia.
- Mas não é isso mesmo que você vai fazer? Não vai caçar machos? – questionei.
- Tem razão, vou mesmo. Quer que convide algum para casa hoje?
- Sim, estou com vontade de ver você fodendo – disse.
Já estávamos nesse ponto do relacionamento. Ela já se acostumara com minha excitação em vê-la com outros homens e por isso trazia para casa alguns deles para que eu a visse trepando. Eu gostava quando ela montava na vara dura gemendo como uma cadela, enquanto eu me masturbava olhando a foda até que o sujeito gozava, quando então, enquanto a piroca ainda estava dentro dela, eu lambia toda a porra que escorria da buceta, até ficar limpinha.
Ela pôs a minissaia e a sandalinha.
Interferi de novo:
- Por que você está usando calcinha? Tira ela, assim fica mais excitante. Além disso, sem calcinha fica mais fácil engatar, é só erguer a perna e o cara manda ver, sem dificuldade.
Ela sorriu e tirando a calcinha, disse:
- Tem razão, querido. Assim fica mais fácil mesmo. Você não se importa que eu foda gostoso na sua ausência? Vou experimentar alguns machos e o melhor trago para casa ok?
- Divirta-se – incentivei.
Dei-lhe um beijo de despedida, ela saiu à rua e fiquei aguardando.
Quase à noite ela voltou com dois amigos. Eram negros e altos, corpos atléticos, ambos com não mais que trinta anos.
Apresentou-me a eles:
- Este é o meu corninho, como eu disse. Ele gosta de me ver atuando.
Um deles olhou bem para mim com malícia e perguntou:
- É só corninho? Não atua também?
- Gosto de ver minha cadela rebolando – respondi -, mas se for convidado chego junto.
Ele passou a língua entre os lábios e sinalizou que gostaria disso.
Passei a mão entre as pernas da minha mulher e senti que escorria bastante porra. Lambi meus dedos e perguntei a ela:
- É deles?
- Sim, querido – ela disse – mas não é só deles. Teve outro cara lá na estação que também enfiou até esporrar, mas ele não quis vir.
Contou-me que encontrara os três na estação de trem, os convidara para uma foda no banheiro, onde eles alternaram em seus buracos várias vezes, todos eles esporrando na sua buceta e no seu cu.
Enquanto ela relatava o ocorrido, ambos já estavam sem roupas e com os paus duros, um deles enfiando o membro nela, por trás. Vendo isso, tirei meu pinto duro para fora e comecei a me masturbar. Foi quando o outro cara segurou meu pau e começou a bater uma punheta para mim, dizendo:
- Gosto de pau também. E você?
Não respondi. Deixei que ele fosse mexendo devagar. Enquanto ela era fodida com força pelo outro sujeito, o rapaz apertou-me nos braços e começou a beijar minha boca, enfiando sua língua entre meus dentes, ao encontro da minha. Começou a esfregar seu caralhão duro no meu, em uma deliciosa luta de espadas.
De quatro no tapete da sala, a blusinha arrancada fora e sendo socada por trás pela pica enorme daquele negro, entre gemidos minha mulher incentivava o outro a me atacar:
- Isso, fode meu marido, quero o ver sendo penetrado! Ensina para ele o que é bom!
Fiquei impressionado como minha mulher percebera meus desejos sem dificuldades e logo trouxe alguém para satisfazê-los. De fato, já há algum tempo sentia vontade de ser penetrado pelos machos dela, de sentir-me cadela também. E agora isso estava se tornando realidade.
Ele deitou-me de costas ao chão, pôs uma almofada para empinar bem minha bunda para o alto e em posição de papai e mamãe, beijando minha boca continuamente, foi metendo seus vinte e dois centímetros dentro do meu cu, sem qualquer piedade. À dor inicial, que logo se transformou em prazer, misturada à saliva acre da boca daquele macho, misturavam-se os gritos de incentivo da minha mulher, a chamar-me de “puta”, “veadinho”, “cadela”.
Depois de um tempo indefinido de prazeroso vaivém, em que o caralhão dele penetrava com força meu cu, senti-lhe o frêmito indizível do gozo. Sua porra morna subitamente inundou-me as entranhas em um inesquecível momento de felicidade. Retirou o pau de dentro do meu buraco, trazendo-o rapidamente à minha boca, para que ainda sentisse o gosto do restante que ejaculava.
- Bebe meu leitinho, sua puta! – murmurou, enquanto enfiava sua pica, ainda dura, entre meus lábios.
Passamos toda a noite assim, eu e minha mulher alternando os machos cuja virilidade não parecia arrefecer nunca, desde então não precisando mais guardar quaisquer desejos em meu íntimo sem que ela soubesse ou que deixasse de compartilhar. Desde então tornei-me tão (ou mais) puta quanto minha mulher, com toda a cumplicidade dela.