À Beira do Lago

Estava caminhando em torno do lago, chutando as pedrinhas da trilha de caminhada, pois teria que esperar meu carro ficar pronto na auto elétrica, quando vi, vindo em minha direção, uma morena maravilhosa.

Esperei que se aproximasse mais para poder contemplá-la melhor.

A poucos metros de chegar, meus olhos puderam se deliciar com aquela deusa de pele clara levemente bronzeada, de lisos cabelos negros, vestindo um top azul marinho de onde seus belos seios desejavam sair. Um piercing brilhava na barriga lisinha. A legging parecia que não ia suportar as coxas grossas.

- Oi - cumprimentei quando ela passou por mim.

Virei a cabeça para admirar o restante do corpo, e que corpo! Uma bunda espetacular; durinha. Mas o que me chamou mais a atenção foram os olhos cor-de-mel que se destacavam em seu rosto angelical. Comecei a imaginar mil coisas que poderia fazer com aquela mulher linda quando ela olhou para trás e me lançou um sorriso misterioso.

Fiquei louco para segui-la, mas não estava preparado para acompanhá-la na corrida, pois vestia uma calça jeans e um sapatênis. Então resolvi continuar caminhando na direção oposta até encontrar com ela novamente.

Após alguns minutos, eu cheguei à margem oposta onde havia uma área recreativa com um parquinho para crianças, quadra de vôlei de areia e uma simples academia ao ar livre. Com certeza ela vai passar por aqui, pensei. Sentei em um banco próximo à margem e fiquei admirando a dança da água. Quando olho para a trilha, notei a maravilhosa vindo em minha direção, correndo graciosamente. Mas ela desacelerou e começou a caminhar quando me viu.
Resolvi jogar umas pedrinhas no lago esperando ela se aproximar. Mas me assustei com ela já ao meu lado.

- Oi - ela me cumprimentou com uma voz delicada me deixando sem reação. - Me desculpe incomodar. Meu nome é Elisa. - Olhei nos olhos dela.

- Que olhos mais lindos - sussurrei, mas ela escutou e soltou um risinho tímido.

- Obrigada.

Levantei-me sem tirar meus olhos do olhar dela.

- Sou André - estiquei o braço para pegar em sua mão macia. Surgiu em seus lábios finos e sedutores um sorriso tímido, mas ao mesmo tempo malicioso.

- Eu fico sem jeito de te pedir - uma pequena pausa. - Você poderia me ajudar a fazer o alongamento. É que tenho dificuldade - e ficou me encarando esperando minha resposta.

Imediatamente balancei a cabeça dizendo que sim. A acompanhei até a prancha reta para fazer abdominal onde ela se deitou de costas e pediu para que eu alongasse sua perna. Segurei em seu tornozelo e comecei a levantar. Ela pegou uma das minhas mãos e colocou em sua coxa. Que delícia. Durinha! Pensei. Sentia sua coxa grossa enquanto olhava para seus seios deliciosos logo abaixo. A barriguinha clara pronta para ser lambida. Meu cacete latejava de desejo por aquela mulher.

Ela estava de olhos fechados. Aproveitando minha mão em sua coxa, comecei a massagear suavemente. Ela levantou o canto da boca em um sorrisinho de que estava gostando. Então, ela encolheu a perna e disse com um sussurro sexy, "agora a outra". Obedeci imediatamente. Massageei da mesma forma a segunda perna. De repente ela deixou escapar um gemido quase inaudível. Ela estava adorando.

A calça jeans disfarçava minha ereção, mas acho que ela percebeu, pois senti sua mão alisando meu pênis por cima da calça. Quase desmaiei de tanto tesão. Olhei em volta para ver se não havia ninguém que pudesse nos pegar em flagrante.

- Não se preocupe. Neste horário não há mais ninguém fazendo caminhada - falou Elisa para me tranquilizar. Concordei com um sorriso safado, pois na trilha não havia mais ninguém e as árvores dificultavam a visão de quem passasse pela rua.

Ela foi abrindo o zíper da minha calça. Livrou-se da cueca e colocou meu membro para fora. Fez uma cara de puta quando o viu latejando. Ela segurou-o com presteza e começou a me masturbar deliciosamente.

Sentia aquela mão macia me deixando cada vez mais louco. Olhei para ela. Estava com os olhos fechado e os lábios levemente afastados. Fiquei louco para colocar meu pênis naquela boquinha.

De repente, Elisa soltou meu cacete, levantou-se, pegou na minha mão e me puxou para uma segunda prancha. Esta era inclinada quase em um ângulo de quarenta e cinco graus. Ela se encostou na prancha enquanto eu fiquei em pé na sua frente. Elisa foi escorregando até ficar com a boca na direção do meu cacete. Então, sem usar as mãos, ela foi abocanhando meu membro latejante. Que boca quente e macia. Chupava maestralmente.

- Que boca deliciosa você tem, Elisa - confessei.

Elisa, com o incentivo do meu elogio, começou a chupar mais rápido. Sentia sua língua sedosa comprimindo meu membro enquanto engolia. Ela soltava uns gemidos gostosos que me deixava cada vez mais louco.

Olhei para baixo e vi que ela havia soltado seus seios do top. Pareciam dois pequenos melões. Durinhos, levemente bronzeados, com marquinha do biquíni. Os biquinhos cor de avelã estavam durinhos, mostrando que ela estava excitada e adorando o que estava fazendo.

Tirei meu membro todo molhado de sua boca, massageei seus seios e coloquei meu cacete entre eles para que fizesse uma espanhola. Segurei-me para não gozar logo naqueles seios macios e quentes. Agarrei cada um em uma mão e pressionei-os para aconchegar mais meu pênis.

- Isso... Fode meus peitos - Elisa balbuciou olhando nos meus olhos.

Elisa gemia gostoso. Foi aí que resolvi olhar entre suas pernas onde estava com uma das mãos dentro da legging se masturbando. Sua respiração começou a ficar mais acelerada. De repente, ela tirou a mão de dentro da calça e me mostrou os dedos todos melados.

- Olha só como minha buceta está louquinha por você - falou com a voz sedutora. - Vou gozar pra você. Só que hoje quero apenas tomar seu leitinho.

Levou a mão novamente a buceta encharcada e reiniciou a siririca. Começou a gemer mais alto. Ela estava para gozar. Abocanhou meu cacete duro, ainda entre seus seios, para abafar seus gemidos.

- Huumm... Aahh... - Gemeu abafado. - Vou... gozaaaaar! - E gozou deliciosamente com o meu membro na sua boca.

Isso foi demais pra mim. Senti que não ia suportar mais.

- Não vou aguentar mais - falei baixinho.

Com um movimento do corpo tirou meu cacete dentre seus seios e colocou-o todo dentro da boca macia e úmida. Senti uma das mãos massagear meu saco enquanto a outra massageava seu clitóris freneticamente. Elisa acelerou as chupadas fazendo um maravilhoso som de sucção.

Aquilo me deixou mais louco e não aguentei. Gemi como um garoto enchendo aquela boquinha de porra com jatos abundantes. Meu corpo tremia de prazer.

- Que delícia - disse.

Elisa chupava meu cacete ainda duro. Os olhos fechados insinuava que ainda estava saboreando o momento. Abriu os olhos e me olhou com uma cara de menina safada que aprontou o que não devia, mas ainda sim, sem arrependimento.

- Gostou? - Perguntou com um sorriso de satisfeita.

Guardei meu membro dentro da calça enquanto Elisa se levantou e fez o mesmo com seus seios. Peguei sua mão toda melada do seu gozo e chupei seus dedos. Segurei sua cabeça delicadamente e dei-lhe um beijo de língua caloroso misturando, em nossas bocas, nossos gozos.

- Isso deve servir de resposta para sua pergunta - exprimi olhando fixamente nos seus olhos cor-de-mel. Ela soltou um suspiro de satisfação.

Peguei meu celular e disquei o número do eletricista para perguntar se o carro já estava pronto. Mas ele disse que não, pois o seu ajudante precisou ir a loja comprar uma peça para o reparo e que iria demorar em torno de uma hora. Fiquei descontente, pois adoraria levar Elisa até a casa dela para podermos continuar o que começamos.

Elisa disse que não haveria problema, pois ela preferia ao ar livre, em contato com a natureza. Mas naquele momento os adeptos da caminhada e corrida começavam a chegar.

- Hoje estou toda suada, mas amanhã, antes da corrida, estarei limpinha e cheirosa para poder sentir sua língua na minha bucetinha - sussurrou no meu ouvido com uma voz sexy e sedutora fazendo meu pau enrijecer novamente.

- No mesmo horário? - Perguntei.

Ela afirmou com um aceno de cabeça e foi saindo rebolando para seus compromissos.