A viagem à foda no quarto de Zefa

Fiquei a pensar no que é que ela queria dizer com aquele “Já volto. Vais gostar”. Eu estava a gostar.
Voltou. Veio sobre mim e as mãos e a boca envolveram o caralho outra vez. Deste que ela tinha voltado a casar, fode-la passou a ter uma intensidade renovada. O quarto estava já na penumbra do fim de tarde. Foi quando ela entrou. Completamente nua. Entrou no quarto e aproximou-se sem pressa da cama. A Zefa continuou o que estava a fazer. Sentiu o meu movimento de surpresa com esta entrada em cena.
Zefa sentou-se na cama. “Apresento-te a minha empregada. Acho que vais gostar dela.” Fiquei surpreendido. Já tínhamos feito sexo com outras mulheres e outros casais quando estávamos casados, mas nunca tínhamos estado com outra pessoa depois disso. “A Amy está cá em casa para me fazer companhia. E tem-me feito muita companhia”. Acendi a luz. Queria apreciar bem esta mulher mistério, que punha a mesa e levantava a mesa sem ser vista, e que agora me aparecia ali. Foi o que Zefa foi fazer quando saiu. Foi chama-la.
Seios pequenos, firmes. Mamilos grossos, espetados. Um corpo retilíneo e uma cona rapada com uns lábios saídos magníficos. Apaguei a luz. E apreciei a sua aproximação na penumbra do fim de tarde. Zefa entregou-lhe o meu caralho que ela suavemente tocou com uma mão e pouco depois sento os seus lábios tocarem-me. Foi aumentando o ritmo e o meu caralho entrava e saía-lhe da boca. Zefa começou a beijar-me e os nossos lábios, as nossas línguas tocavam-se húmidas a respiração ofegante de Zefa denotava forte excitação e passei-lhe a mão por baixo da barriga e comecei a masturba-la. Amy continuava a mamar como se não houvesse amanhã e também eu comecei a ficar ofegante. Zefa chegou os lábios ao meu ouvido e disse: “Livra-te de te vires na boca dela. Isso é meu. Quando quiseres largar o leitinho a boca é esta.” As palavras dela tiveram um estranho efeito. Primeiro a minha tesão trepou, mas depois senti que controlava perfeitamente a ejaculação. Amy deixou de me chupar e sentou-se em cima de mim. O meu caralho entrou nela pela primeira vez. “Não te preocupes. Ela sabe o que faz. O Carlos também já a fodeu algumas vezes. Era estudante na faculdade, mas o Carlos viu que ela tinha outras faculdades e propôs-lhe este emprego.”
A cona da Amy tinha um calor dentro dela, absolutamente fantástico. Os movimentos dela sentada completamente direita com as tetas a balançar parecia que tinham um elástico pois voltavam firmemente no movimento ascendente. Com a mão livre acariciei-lhe pela primeira vez as tetas. Agarrei-lhe um mamilo e pela primeira vez ouvi um som sair-lhe da boca. Um gemido longo que deu início a um fabuloso ondejar de ancas, em que o meu caralho andava dentro da cona dela, saía e entrava vi que os movimentos dela eram agora muito mais intensos. Voltei a pressionar-lhe o mamilo e senti que algo me escorria entre as pernas vindo da cona dela. O molho que lhe saía da cona era consequência do orgasmo. Comecei a sentir uma vontade enorme de me vir. Zefa percebeu. Tirou Amy de cima de mim e chupou-me. Sugava-me a cabeça do caralho como se quisesse tirar qualquer coisa de dentro de mim. E conseguiu. Vim-me dentro da boca dela. Uma descarga que parecia que era a primeira vez que me estava a vir desde a hora do almoço. Zefa engoliu tudo e disse. “Eu disse-te para não te vires nela. Estavas tão entusiasmado que te esqueceste. O que deitares cá para fora é meu. Já sabes.
Amy, que acariciava o grelo enquanto Zefa me repreendia aproximou-se e recomeçou a fazer-me festas. Nitidamente, queria mais. Zefa aproveitou ela estar de rabo virado para ela e começou a acariciar-lhe a cona e depois a beija-la. Aquele gesto teve uma reação automática do meu caralho que começou a entesar-se nas mãos de Amy que sorriu, gulosa. Também eu quis aproveitar o momento e vi Zefa de rabo para o ar na borda da cama enquanto chupava a cona da empregada. Levantei-me, rodeei a cama e vi-me de frente com a cona da Zefa mas o que deu tusa foi aquele cu ali espetado. Baixei-a um bocado para ficar mais a jeito e enfiei-lhe os dedos na cona que estava molhada. Com os dedos molhados passei-os pelo olho do cu, que se abriu ligeiramente. Zefa percebeu o que eu queria. Enfiei-lhe dois dedos no cu e depois com calma enfiei-lhe o caralho. Enrabei a Zefa por um bom bocado, mas tinha de dar atenção à Amy. Saí da Zefa, puxei a Amy para a beira da cama e tentei come-la como estava a fazer à patroa dela. Só que o caralho não entrava. Tinha-lhe enfiado o dedo, humedecido a entrada, mas não conseguia que o caralho entrasse. Amy não se estava a negar, o cu é que não estava a colaborar. Perguntei à Zefa se tinha gel, ela foi buscar enchi a mão de gel e os meus dedos voltaram a penetrar Amy no cu. Com o buraco bem aliado voltei a tentar. Desta, sim. Entrou. Primeiro só um bocadinho, Amy gemeu mais alto. Fui com calma mas tinha de lho enfiar todo. Um cu apertadinho daqueles tinha de se comido na sua plenitude. Disse à Zefa: “foda-se que ela é apertada, ninguém lhe vai ao cu nesta casa?”. “Não com um caralho grosso desses” respondeu Zefa. Quando por fim consegui que a verga entrasse até os meus colhões lhe tocarem em baixo. Senti que todo o corpo de Amy vibrava. Zefa fazia-lhe festas e beijava-a e eu sentia uma pressão no caralho de cada que entrava. Foi uma enrabadela como há muito não tinha. Nem a minha mulher tinha o cu tão apertado e a Zefa era uma perita em abrir o cu.
Zefa pôs por baixo da barriguinha de Amy e começou a chupar-lhe o grelo. Amy relaxou. E eu continuei. Saboreava aquele momento e o corpo de Amy voltou a mexer-se como estava em cima de mim. Percebi que estava à beira de outro orgasmo. Não sei se era por causa de mim ou do minete de Zefa ou das duas coisas. Só sei que ela gemeu, gritou. As mãos dela vieram para trás e espetou as unhas em mim enquanto se vinha. Tirei o caralho. Meti-o na cona dela e senti aquele calor de novo. Fodi-a mais um pouco. Deixei-a depois estender-se languidamente pela cama numa preguiça muito sensual e fui foder a Zefa.